Psicoterapia e racismo: Da neutralidade à intervenção

Modalidade

On-line e Ao Vivo

Público-Alvo

Estudantes de Psicologia ou Psicólogos.

Sobre o curso

Por longos anos, a formação em psicologia enfatizou a neutralidade como um princípio técnico e ético. No entanto, quando o racismo atravessa a experiência da/o paciente, muitas/os psicólogas/os se veem em um impasse: permanecem em silêncio por receio de interferir ou tentam intervir sem saber como, o que acaba gerando insegurança e, às vezes, afastamento emocional da/o paciente.
Dessa forma, este curso visa propor uma reflexão prática sobre esse ponto de tensão. A partir de situações clínicas, serão discutidos os efeitos do racismo na subjetividade e, principalmente, o lugar da/o psicóloga/o diante dessas experiências. Assim, destaca-se que o foco não será apenas na compreensão do fenômeno, mas em desenvolver recursos clínicos para reconhecer, sustentar e intervir de forma ética e sensível.
Portanto, a proposta é reduzir a insegurança clínica e ampliar a capacidade da/o psicóloga/o de manejar essas demandas com responsabilidade e consistência.

Objetivo do curso

Desenvolver segurança para manejar situações clínicas envolvendo racismo;
Compreender os efeitos subjetivos do racismo na constituição psíquica;
Identificar quando a neutralidade se torna um obstáculo no processo terapêutico;
Aprender formas possíveis de intervenção clínica diante dessas experiências;
Ampliar a escuta racializada.

Cronograma

Data: 14/04 e 28/04
Horário: 19h30 às 21h30
Periodicidade: 2 encontros

Disciplinas

Tema:
O mito da neutralidade e seus efeitos na clínica


Conteúdo:
– O que aprendemos sobre neutralidade na formação e seus limites na prática;
– Quando o silêncio da/o terapeuta é vivido como ausência pela/o paciente;
– O impacto emocional do não reconhecimento da experiência de racismo;
– Como a/o paciente percebe a postura da/o psicóloga/o;
– O medo da/o terapeuta de “errar” ou “falar demais”;
– Neutralidade como proteção da/o terapeuta diante do desconforto.



Tema:
Como o racismo aparece na fala e no sofrimento da/o paciente


Conteúdo:
– Formas explícitas e implícitas de manifestação do racismo na clínica;
– Relatos que parecem isolados, mas revelam experiências recorrentes;
– Sentimentos frequentes: vergonha, dúvida de si, hipervigilância e autocensura;
– O esforço constante da/o paciente para evitar a rejeição;
– A internalização de discursos sociais ao longo da vida;
– Como escutar sem reduzir ou simplificar a experiência.



Tema:
O impacto do racismo na relação terapêutica


Conteúdo:
– O medo da/o paciente de não ser compreendida/o;
– Quando a/o paciente testa a escuta da/o psicóloga/o;
– Rupturas silenciosas na aliança terapêutica;
– O afastamento emocional como forma de proteção da/o paciente;
– Reações internas da/o terapeuta: insegurança, paralisia ou evitação;
– Como sustentar a relação diante dessas tensões.



Tema:
Da neutralidade à intervenção: possibilidades clínicas


Conteúdo:
– O impacto clínico de nomear a experiência de racismo;
– O resgate da narrativa pessoal da/o paciente;
– A reconstrução da relação consigo mesma/o;
– O fortalecimento da identidade e da autonomia subjetiva;
– A/o psicóloga/o como presença que legitima a experiência;
– Limites e possibilidades da atuação clínica;
– Construção de intervenções a partir de casos clínicos.

Alguns de nossos professores:

Esp. Daniel Russel (CRP 05/62573)

Mestrando em Artes da Cena. Especialista em Psicodrama Psicoterapêutico e em Terapia Cognitivo-Comportamental. Formação concluída em Psicodrama Psicoterapêutico (Nível I) e formação em andamento em Psicodrama Didata (Nível II). Graduado em Psicologia. Psicólogo clínico. Vencedor do Prêmio Guerreiro Ramos, no 24º Congresso Brasileiro de Psicodrama.

Mestrando em Artes da Cena. Especialista em Psicodrama Psicoterapêutico e em Terapia Cognitivo-Comportamental. Formação concluída em Psicodrama Psicoterapêutico (Nível I) e formação em andamento em Psicodrama Didata (Nível II). Graduado em Psicologia. Psicólogo clínico. Vencedor do Prêmio Guerreiro Ramos, no 24º Congresso Brasileiro de Psicodrama.

Graduandos/Alunos da Viver

Até 3x R$ 50,00

Profissionais

Até 3x R$ 80,00

Investimento

Sobre o Curso

Modalidade

On-line e Ao Vivo

Público-Alvo

Estudantes de Psicologia ou Psicólogos.

Sobre o curso

Por longos anos, a formação em psicologia enfatizou a neutralidade como um princípio técnico e ético. No entanto, quando o racismo atravessa a experiência da/o paciente, muitas/os psicólogas/os se veem em um impasse: permanecem em silêncio por receio de interferir ou tentam intervir sem saber como, o que acaba gerando insegurança e, às vezes, afastamento emocional da/o paciente.
Dessa forma, este curso visa propor uma reflexão prática sobre esse ponto de tensão. A partir de situações clínicas, serão discutidos os efeitos do racismo na subjetividade e, principalmente, o lugar da/o psicóloga/o diante dessas experiências. Assim, destaca-se que o foco não será apenas na compreensão do fenômeno, mas em desenvolver recursos clínicos para reconhecer, sustentar e intervir de forma ética e sensível.
Portanto, a proposta é reduzir a insegurança clínica e ampliar a capacidade da/o psicóloga/o de manejar essas demandas com responsabilidade e consistência.

Objetivo do curso

Desenvolver segurança para manejar situações clínicas envolvendo racismo;
Compreender os efeitos subjetivos do racismo na constituição psíquica;
Identificar quando a neutralidade se torna um obstáculo no processo terapêutico;
Aprender formas possíveis de intervenção clínica diante dessas experiências;
Ampliar a escuta racializada.

Cronograma

Data: 14/04 e 28/04
Horário: 19h30 às 21h30
Periodicidade: 2 encontros
Módulos

Disciplinas

Tema:
O mito da neutralidade e seus efeitos na clínica


Conteúdo:
– O que aprendemos sobre neutralidade na formação e seus limites na prática;
– Quando o silêncio da/o terapeuta é vivido como ausência pela/o paciente;
– O impacto emocional do não reconhecimento da experiência de racismo;
– Como a/o paciente percebe a postura da/o psicóloga/o;
– O medo da/o terapeuta de “errar” ou “falar demais”;
– Neutralidade como proteção da/o terapeuta diante do desconforto.



Tema:
Como o racismo aparece na fala e no sofrimento da/o paciente


Conteúdo:
– Formas explícitas e implícitas de manifestação do racismo na clínica;
– Relatos que parecem isolados, mas revelam experiências recorrentes;
– Sentimentos frequentes: vergonha, dúvida de si, hipervigilância e autocensura;
– O esforço constante da/o paciente para evitar a rejeição;
– A internalização de discursos sociais ao longo da vida;
– Como escutar sem reduzir ou simplificar a experiência.



Tema:
O impacto do racismo na relação terapêutica


Conteúdo:
– O medo da/o paciente de não ser compreendida/o;
– Quando a/o paciente testa a escuta da/o psicóloga/o;
– Rupturas silenciosas na aliança terapêutica;
– O afastamento emocional como forma de proteção da/o paciente;
– Reações internas da/o terapeuta: insegurança, paralisia ou evitação;
– Como sustentar a relação diante dessas tensões.



Tema:
Da neutralidade à intervenção: possibilidades clínicas


Conteúdo:
– O impacto clínico de nomear a experiência de racismo;
– O resgate da narrativa pessoal da/o paciente;
– A reconstrução da relação consigo mesma/o;
– O fortalecimento da identidade e da autonomia subjetiva;
– A/o psicóloga/o como presença que legitima a experiência;
– Limites e possibilidades da atuação clínica;
– Construção de intervenções a partir de casos clínicos.
Professores

Alguns de nossos professores:

Esp. Daniel Russel (CRP 05/62573)

Mestrando em Artes da Cena. Especialista em Psicodrama Psicoterapêutico e em Terapia Cognitivo-Comportamental. Formação concluída em Psicodrama Psicoterapêutico (Nível I) e formação em andamento em Psicodrama Didata (Nível II). Graduado em Psicologia. Psicólogo clínico. Vencedor do Prêmio Guerreiro Ramos, no 24º Congresso Brasileiro de Psicodrama.

Investimento

Graduandos/Alunos da Viver

Até 3x R$ 50,00

Profissionais

Até 3x R$ 80,00

Investimento

Formulário de Inscrição

Psicoterapia e racismo: Da neutralidade à intervenção

É Pago

// Depoimentos

O que os alunos estão falando sobre a Viver...

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